Teatro Amazonas

Inaugurado em 31 de dezembro de 1896 é o principal monumento arquitetônico do Estado do Amazonas. Situado no centro histórico de Manaus teve suas obras iniciadas em 1884 e concluídas por volta de 1900. 

Em uma mescla de estilos arquitetônicos tem predominância de traços neoclássicos, barrocos e art nouveau.

As plantas foram elaboradas pelo Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, tendo como decoradores principais o brasileiro Crispim do Amaral e o italiano Domenico de Angelis.

Os materiais e até mesmo construtores vieram da Europa: lustres, pinturas, telas, mármores, cristais, ferro… Acredita-se que um dos pouquíssimos materiais oriundos do Brasil sejam a madeira e mobiliário.

Tombado pelo IPHAN em 1966, hoje o Teatro Amazonas é uma casa de espetáculo ativa com festivais, apresentações de orquestra e coral, shows diversos e visitação turística.

Curiosidades:

✓ As cores da cúpula fazem referência as cores da Bandeira do Brasil

✓  O Teatro Amazonas foi o primeiro teatro do Brasil a ser inaugurado com energia elétrica

✓ Em volta do teatro foram colocados paralelepípedos especiais para evitar o barulho das charretes

✓ Recentemente foi eleito o prédio mais bonito do Brasil 

✓ Sua capacidade é de 701 lugares com camarote exclusivo para o Governador

✓ Tem uma programação extensa de apresentações que vão do rock ao erudito

✓ Em uma tradição, todas as noites de apresentação os vitrais da cúpula são iluminados como indicativo de que haverá espetáculo no Teatro Amazonas

✓ Amazonense não paga para fazer visitações, basta apresentar o RG na bilheteria 

  • Está concorrendo à Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

 

Referências Bibliográficas: 

DUARTE, Durango Martins. Manaus entre o passado e o presente. 1 ª ed. Manaus: Midia Ponto Comm, 2009.

BRAGA, Robério. Manaus na palma da mão. 1ª ed. Manaus: Reggo Edições, 2014.

 

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A recuperação da memória leva ao conhecimento do patrimônio e este a sua valorização por parte dos próprios habitantes. Um monumento ou prédio dificilmente será objeto de vandalismo por alguém que conhece seu significado, que conhece o que representa para sua própria história como cidadão.

– MARGARITA BARRETO