A Avenida 7 de Setembro é a mais antiga da cidade de Manaus e nela foram construídos grandes casarões, bancos, praças, hotéis, palácios, pontes e colégios.
Você sabe a data de inauguração dos principais prédios nessa avenida?
Em sua dissertação de mestrado, intitulada A Paisagem Urbana como Diferencial no Turismo em Manaus: uma análise da avenida 7 de setembro, a turismóloga Marcia Raquel fez uma lista sobre as principais edificações dessa avenida.

Vamos conferir agora:
1 – Palacete Provincial (1875)
2 – Igreja da Matriz (1878)
3 – Praça Dom Pedro II (1883)
4 – Paço da Liberdade (1884)
5 – Colégio Amazonense Dom Pedro II (1886)
6 – Ponte Benjamin Constant (1895)
7 – Palácio Rio Negro (1903)
8 – Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa (1906)
9 – Praça Heliodoro Balbi (1907)
10 – Biblioteca Pública do Amazonas (1910)
11 – Palácio Rio Branco (1938)
12 – Largo do Mestre Chique (2008)
13 – Parque Jefferson Peres (2009)
Para atualizar a lista temos o Largo e Mirante de São Vicente inaugurados em 2024.
Notamos que a história das edificações e intervenções na área dessa avenida se estende por mais de três séculos! E que pode se alongar se formos analisar as construções anteriores (residências por exemplo) e a ocupação indígena antes da presença do colonizador na região.
Também podemos notar as construções importantes, de outrora, mas que não existem mais, como os cinemas Guarani (1907), Polytheama (1912) e o saudoso Café do Pina (1951).
Futuramente, teremos novos lugares a serem inaugurados nessa avenida como o espaço cultural que será criado onde funcionava a cadeia pública, o centro de arqueologia de Manaus (quando funcionar devidamente), habitações no prédio do iapetec, dentre outros projetos que poderão surgir.
Observamos que a história dessa avenida é dinâmica e talvez nunca tenha um ponto final, tornando-se a avenida mais viva da cidade de Manaus.
Você sabia dessas informações?
Quais dessas construções você já visitou?
Referência Bibliográfica:
SALES, Júlio Cesar Santana. Colégio Amazonense Dom Pedro II: uma análise sobre sua relevância histórica e turística para a cidade de Manaus. Manaus: UEA, 2016.